
A Academia Paranaense de Letras vai mesmo se tornando um ambiente de notáveis, aglutinando paranaenses também de expressão nacional. A mais recente “aquisição” deverá se consumar em 9 de Agosto, quando a poeta, tradutora e professora Luci Collin deverá ser eleita para ocupar a Cadeira 32 da APL, de que era titular José Wanderley Rezende.
A importância e a presença de Collin na vida literária brasileira podem ser checadas – sem alguém tiver dúvidas – pelos meios digitais. São inúmeras as referenciais e premiações da poeta.
Leitor atento que sou do Estadão e Folha de São Paulo, acompanho a assiduidade com que ela está presente na imprensa nacional, com seus textos.
LUCI COLLIN (2)
A primeiras grandes manifestações sobre Lucia Collin vieram quando ela tinha ainda 19 anos, lançando-se no mundo da poesia.
Henfil foi uma das primeiras palavras de encantamento com a obra dela, ao mesmo tempo que Leminski.
E Dias Gomes não deixou por menos, ao ler o livro “Estarrecer” de poemas de Luci: “Você tem talento demais e isso será reconhecido, estou certo, mais dia menos dia. Sem favor, sem delicadeza, sem charme, você é um Poeta. Com P grande… Foi uma alegria descobrir você”.
Na quinta, 6, o presidente da APL, Ernani Buchmann levou a Lucia o convite para ela conceder entrevistas ao meu livro “Vozes do Paraná”, volume 10.
