
Roberto Requião diz em alto e bom som: será candidato ao Governo em 2018. Tal como afirmou recentemente ao presidente da FIEP, Luiz Campagnolo.
Assim, o quadro sucessório de Beto Richa cada vez fica mais embaralhado.
Primeiro de tudo, porque o próprio governador já deu declarações, semanas atrás, anunciando a possibilidade de ficar no Governo até o final de seu mandato em 2018. Se isso ocorrer – e várias são as circunstâncias que podem levar à sua permanência no Palácio Iguaçu -, a vice-governadora Cida Borghetti não teria outra alternativa senão concorrer a uma posição no legislativo.
Hoje ela é candidatíssima ao lugar de Beto, e suas andanças cada vez mais acentuadas pelo Paraná todo, indicam que ela será “osso duro de roer”.
OSMAR E RATINHO
Osmar Dias, por ora, tem possibilidade de continuar muito bem cotado, liderando as avaliações oficiosas que se fazem sobre nomes de possíveis candidatos.
Ratinho Junior, um nome sem aceitação na maior parte de um eleitorado exigente e bem preparado culturalmente, continuaria surfando na aceitação das chamadas classes populares. E para tanto, estaria até seguindo orientação de seus marquetólogos: em lugar de acentuar o nome Ratinho Junior, os ‘luas preta’ querem que o moço trabalhe apenas a “marca” – Junior.
Afinal, os marquetólogos dizem: “quem puxa mesmo os votos para o Junior é seu pai”, o apresentador Ratinho, Carlos Massa.
REQUIÃO NA CORRIDA
Nesta quinta, 30, o presidente da FIEP, Luiz Campagnolo, me garantiu que o senador Roberto Requião informou-lhe, há 2 semanas, que será mesmo candidato ao Governo em 2018.
A afirmação de RR foi feita em telefonema a Campagnolo para agradecer-lhe a convite para participar de solenidade na FIEP.
Enfim, uma declaração de intenções dada em viva voz pelo velho senador que, tudo indicava até dias atrás, iria perseguir a reeleição.

