
Na última semana do horário de verão, o Parque Barigui, em Curitiba, mantém movimento intenso, sobretudo nos fins de tarde. É muita gente querendo aproveitar, enquanto o clima permite, para praticar esportes ao ar livre ou simplesmente passear. O problema é o trânsito na região da Rua Cândido Hartmann, que fica caótico, até porque a via dá acesso à Universidade Tuiuti do Paraná, cujas aulas do período noturno, reiniciadas no dia 6 de fevereiro, começam justamente no período em que o movimento do parque é mais intenso. O resultado são filas quilométricas de carros. Contribui para o problema o fato de, apesar de existir uma passagem subterrânea, muitos frequentadores do Barigui preferirem cruzar de um lado a outro do parque pela travessia elevada, forçando os carros a dar passagem.
AINDA SOBRE O TRÂNSITO
Por falar em trânsito caótico, quem é obrigado a passar diariamente pelas proximidades de algumas escolas particulares de Curitiba viu a lentidão no trânsito aumentar nos últimos dias, por conta da volta às aulas. O problema já começa no início da manhã, como nas proximidades do Colégio Positivo Ângelo Sampaio, no bairro Batel, que, por volta das 7 horas da manhã, já tem fluxo intenso de carros, em função do horário de início das aulas (7h15). A confusão se repete em torno de 12h30, quando os estudantes saem da escola. Outro ponto da cidade com trânsito tumultuado (que parece cada vez pior, diga-se) é a Rua Leônidas Vicente de Castro, no Ahú, onde fica o Colégio Bom Jesus Divina Providência. Lá, os congestionamentos são frequentes nos períodos de início e saída dos estudantes. E isso limitando-se apenas a dois dos inúmeros casos de trânsito confuso nas proximidades de instituições de ensino.
ORIENTAÇÃO SÓ NÃO BASTA
As escolas até que se esforçam para evitar o problema, colocando orientadores para o trânsito e enviando extensas cartas para orientar os pais quanto à situação e sugerindo medidas para tentar amenizar a confusão. Mas não adianta porque o problema é que simplesmente existem mais carros do que essas vias conseguem suportar.
