terça-feira, 5 maio, 2026
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Verão e trânsito no Parque Barigui

Orientador de trânsito diante de escola particular (Foto Jorge Woll)
Orientador de trânsito diante de escola particular (Foto Jorge Woll)

Na última semana do horário de verão, o Parque Barigui, em Curitiba, mantém movimento intenso, sobretudo nos fins de tarde. É muita gente querendo aproveitar, enquanto o clima permite, para praticar esportes ao ar livre ou simplesmente passear. O problema é o trânsito na região da Rua Cândido Hartmann, que fica caótico, até porque a via dá acesso à Universidade Tuiuti do Paraná, cujas aulas do período noturno, reiniciadas no dia 6 de fevereiro, começam justamente no período em que o movimento do parque é mais intenso. O resultado são filas quilométricas de carros. Contribui para o problema o fato de, apesar de existir uma passagem subterrânea, muitos frequentadores do Barigui preferirem cruzar de um lado a outro do parque pela travessia elevada, forçando os carros a dar passagem.

AINDA SOBRE O TRÂNSITO

Por falar em trânsito caótico, quem é obrigado a passar diariamente pelas proximidades de algumas escolas particulares de Curitiba viu a lentidão no trânsito aumentar nos últimos dias, por conta da volta às aulas. O problema já começa no início da manhã, como nas proximidades do Colégio Positivo Ângelo Sampaio, no bairro Batel, que, por volta das 7 horas da manhã, já tem fluxo intenso de carros, em função do horário de início das aulas (7h15). A confusão se repete em torno de 12h30, quando os estudantes saem da escola. Outro ponto da cidade com trânsito tumultuado (que parece cada vez pior, diga-se) é a Rua Leônidas Vicente de Castro, no Ahú, onde fica o Colégio Bom Jesus Divina Providência. Lá, os congestionamentos são frequentes nos períodos de início e saída dos estudantes. E isso limitando-se apenas a dois dos inúmeros casos de trânsito confuso nas proximidades de instituições de ensino.

ORIENTAÇÃO SÓ NÃO BASTA

As escolas até que se esforçam para evitar o problema, colocando orientadores para o trânsito e enviando extensas cartas para orientar os pais quanto à situação e sugerindo medidas para tentar amenizar a confusão. Mas não adianta porque o problema é que simplesmente existem mais carros do que essas vias conseguem suportar.

 

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