A lanchonete do Jardim Botânico, do projeto “Leve Curitiba”, da Fundação de Ação Social, é exemplo acabado de mau atendimento ao grande público que a procura. “Talvez até por isso”, conforme relata amigo da coluna.
Ele quis simplesmente fazer um pequeno lanche com algum salgadinho de frango. Primeiro, a atendente disse “não tem”. Respondeu ao pedido com desinteresse. Ao seu lado, a tudo assistindo, um moço, que depois soube-se ser o gerente, só deixou de cuidar de seus desenhos depois que o cliente foi avisando:
– “Vocês têm que me atender com respeito. Anotem: não me tratem como fazem com os turistas, que nunca mais verão…”
O episódio aconteceu às 10h10 min de sexta-feira, 21.
A bronca deu resultado. O atendimento melhorou instantaneamente. Será que perdurará?
PENÚRIAS DA GUARDA MUNICIPAL
No mesmo dia, e quase na mesma hora, uma senhora que participava de tour, vinda de Tocantins, procurava, em vão, por alguém da Guarda Municipal. Buscava informações sobre segurança pública. Não achou viva alma.
Só lá pelas 10h30 min uma guarda e um guarda municipal, de bicicletas, gente com pelo menos 26 anos na GM de Curitiba, chegaram pedalando.
Cansados. Mas muito atenciosos e eficientes, mostraram-se.
Os dois são os únicos guardas a garantir algum atendimento aos milhares que vão ao Botânico diariamente.
Ao chegar, os GMs explicaram: tinham ido atender a uma ocorrência de furto numa Estação Tubo (de ônibus) nas proximidades.
A ACADEMIA SÓ EM FOTOS
Procurei, depois, me informar sobre a tão anunciada Academia de Guarda Municipal de Curitiba. Tem sido anunciada como obra do atual governo da cidade.
Instalada no bairro CIC, por ora é só propaganda: não tem vida, está inativa.
