
om a gestão do prefeito Rafael Greca (DEM) gastando os tubos para manter o falido transporte coletivo em funcionamento na capital do Paraná e com o caixa do Palácio 29 de Março curto, caberá à Câmara Municipal de Curitiba garantir mais uma vez o pagamento do 13º salário do funcionalismo municipal, em dezembro – em anos anteriores, o secretário de Finanças Vitor Puppi, a alma da gestão da atual administração e responsável por evitar o caos financeiro da cidade, utilizou o devolução do legislativo para evitar o caos nas contas.
O presidente da Câmara de Vereadores, Tico Kuzma (Pros), na sessão de quarta-feira anunciou a destinação de mais R$ 20 milhões neste final de ano, 70 milhões a casa de leis abriu mão na Lei Orçamentária Anual (LOA), em 2021, devido a pandemia, em 2022 talvez a história não se repita.
Nos últimos 10 anos a Câmara devolveu ao município mais de R$ 500 milhões, valores que poderiam ser utilizados para a construção de um necessário novo plenário e transformar o Palácio Rio Branco em um museu.
Na próxima eleição municipal Curitiba o número de vereadores pode aumentar, hoje são 38 e podem passar para 41, o que elevaria a representatividade e possibilitaria a entrada de novas lideranças de esquerda e de direita.
A expectativa é que no final da atual legislatura, os parlamentares votem a lei para aumentar o número de cadeiras e também utilizem o limite constitucional de 75% em relação ao subsídio do deputado estadual, de R$ 25,3 mil,, para atualizar o salário para R$ 20 mil, talvez para evitar o que aconteceu na legislatura passada, acusações de rachadinha nos mandatos de Fabiane Rosa e Kátia Dittrich, já que o salário anda baixo.
