quinta-feira, 23 julho, 2026
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SAÚDE ALERTA PARA RISCOS DA COVID-19 EM FUMANTES

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, quem fuma apresenta maior risco de contrair infecção pelo novo coronavírus. O tabagismo é fator que contribui para evolução de quadros mais graves e óbitos pela doença.

 

A Secretaria de Estado da Saúde alerta que os fumantes apresentam maior risco de contrair infecção pelo novo coronavírus. O tabagismo é fator que contribui para evolução de quadros mais graves e óbitos pela doença. O alerta é reforçado na semana do Dia Mundial sem Tabaco, instituído como 31 de maio.

A data foi criada há 33 anos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para intensificar as ações sobre doenças e mortes evitáveis relacionadas ao tabagismo.

O tabagismo é reconhecido como uma doença crônica causada pela dependência à nicotina, substância presente nos produtos à base de tabaco. É importante fator de risco para o desenvolvimento de vários tipos de câncer, acidentes vasculares cerebrais e ataques cardíacos. Também está associado a outras doenças crônicas como tuberculose, infecções respiratórias, úlcera gastrintestinal, infertilidade em mulheres e homens, osteoporose e catarata.

 

NOTA ORIENTATIVA

Diante da pandemia da Covid-19, a secretaria estadual da Saúde divulgou Nota Orientativa ressaltando os riscos do tabagismo e do uso e compartilhamento do narguilé para a infecção pelo novo coronavírus. A nota informa que “entre os pacientes chineses diagnosticados com pneumonia associada ao coronavírus, as chances de progressão da doença foram 14 vezes maiores entre as pessoas com histórico de tabagismo”.

O Paraná foi o primeiro estado a inserir o tabagismo na notificação de casos suspeitos de Covid-19 como condição de risco para as complicações pela doença.

De acordo com o secretário Beto Preto, isso demonstra a atenção da secretaria estadual com o tabagismo e que o momento é de sensibilização junto à população sobre os malefícios do tabaco. “Quem fuma tem mais chances de adoecer e ainda dissemina o tabagismo passivo, que é a exposição à inalação da fumaça tóxica por pessoas próximas, além dos danos provocados ao meio ambiente”, afirma.

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