
Há 204 radares de velocidade e 26 lombadas eletrônicas hoje na cidade de Curitiba. Não se trata de um presente do prefeito Rafael Valdomiro Greca de Macedo à capital querida. É uma herança. Talvez maldita.
ARMADILHAS
Ainda que os equipamentos tenham uma função necessária, impor multas aos apressadinhos, é sempre bom lembrar daqueles dispositivos que deixaram de controlar a velocidade e se transformaram em verdadeiras armadilhas e esperar o incauto em áreas sem sinalização ou em curvas e declives.
DEPRECIAÇÃO
O custo é surpreendente: R$ 464 mil por mês, R$ 5,5 milhões por ano. A administração do equipamento está a cargo, desde 2011, da Consilux. A gestão de Gustavo Fruet (2013-2016) conseguiu reduzir o custo de depreciação dos radares, mas foi pouco. Agora, a prefeitura trabalha para fazer uma nova reavaliação dos medidores, com a perspectiva sempre bem-vinda de uma nova licitação. É o que acena o prefeito Rafael Valdomiro Greca de Macedo. Que não se iluda o curitibano, no entanto.
Vai demorar.
