
O professor Wilson Picler é o candidato de Jair Bolsonaro ao Senado, pelo PSL, depois das idas e vindas da legenda, a qual chegara a apresentar, de saída, o deputado federal Fernando Francischini para a posição.
O nome do educador e empresário Picler – que já ocupou cadeira de deputado federal – foi protocolado na última terça-feira, 21, no Tribunal Regional Eleitoral pela coligação que inclui – além do PSL – também o Patriota e o PTC.
Antes, amigo de Picler chegara a indicar seu nome do educador para candidatura avulsa a deputado federal, que ainda não foi apreciada pela justiça. No entanto, o próprio Picler admite que teria poucas possibilidades de ser aceita.
OTIMISTA
Otimista com a nova situação, “e com as medidas tomadas pelo MPF de excluir candidaturas de certos peixes grandes, mediante impugnação”, o professor Wilson Picler me garantiu nesta segunda, 27, ter “as bênçãos de Bolsonaro”, e “também grande disposição para percorrer o Paraná para apresentar nossas propostas e ouvir o enorme universo que apoia o nome campeão da aceitação popular no país, depois de Lula, que não está preso”.
NÚMERO 177
Wilson Picler não se alonga em analisar as idas e vindas da candidatura de Fernando Francischini ao Senado, postulação da qual o deputado depois desistiu para voltar a ser candidato à Câmara dos Deputados.
Picler, que tem o número 117 como candidato ao Senado – foi inicialmente suplente de senador na chapa de Francischini.
Também sabe-se que o CEO do grupo Uninter quis ser candidato a deputado federal, não encontrando apoio na sua coligação partidária.
COM BOLSONARO
Dizendo-se confortavelmente apoiado por Bolsonaro em sua candidatura ao Senado, Picler é comedido na fala. Pede, apenas, “por ora”, que se registre:
– Não elegerei inimigos políticos nem farei campanha contra pessoas. Meu alvo é um só: bem representar o Paraná, recolhendo os anseios do Estado, que são os do eleitorado paranaense”.
Homem de formação espiritualista, Picler garante que se coloca “nas mãos de Deus nesta nova empreitada, como sempre”.
