
Quando terminar a administração do atual prefeito da capital do Paraná em 1º de janeiro de 2024 a morte desnecessária do jovem Mateus Silva Noga, de 22 anos, aos pés do Cavalo Babão, no coração do Centro Histórico, no sábado passado, será o grande fantasma de Rafael Greca (DEM) e não será esquecida, pela primeira vez um membro da Guarda Municipal de Curitiba é acusado de assassinar um curitibano que a única culpa era estar se confraternizando com amigos em uma praça pública, em plena pandemia de coronavírus.
A violência pede uma revisão de protocolos, um guarda não pode usar uma 12 para revidar uma garrafa atirada.
Até agora algumas perguntas estão no ar:
Cadê o secretário de defesa que não se manifestou?
Onde está o pedido de desculpas do prefeito?
