Além de orientações e informações em relação ao coronavírus, da adoção de ensino a distância e de encontros familiares via webconferência, foram intensificadas as atividades esportivas, jogos e atividades culturais.

As Unidades Socioeducativas do Paraná buscaram alternativas criativas para garantir a continuidade das atividades voltadas aos adolescentes atendidos, mesmo durante o período de pandemia de Covid-19. A rotina foi adaptada paralelamente à adoção de medidas de prevenção instituídas pelas organizações de saúde.
Além de orientações e informações em relação ao coronavírus, da adoção de ensino a distância e de encontros familiares via webconferência, foram intensificadas as atividades esportivas, jogos e atividades culturais.
“Estamos vivenciando um momento atípico, mas entendemos que o adolescente em cumprimento de medida socioeducativa não pode sofrer prejuízo ao seu processo pedagógico. A equipe do Departamento Socioeducativo tem se dedicado com afinco para garantir que as atividades sejam executadas, apesar das barreiras que a atual situação nos impõe”, explica o secretário da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost.
O chefe em exercício do Departamento de Atendimento Socioeducativo, Amilton Antônio de Oliveira, destaca que desde os primeiros casos da doença no Paraná, em março, o Dease buscou estabelecer procedimentos para enfrentar a situação. “Em conjunto com todos os servidores, temos buscado a adaptação e o aprimoramento do trabalho, de forma a garantir que a execução das medidas socioeducativas não seja impactada negativamente ou, ao menos, que esses efeitos sejam amenizados”.
Confira algumas atividades adotadas:
Proteção contra Covid, Orientações, Esportes, Recreação, Desenho e pintura, Filmes, Oficina e dança, Leitura, Oficina de pipa, Contato via web, Escolarização, Vacinação contra a gripe e Capacitação de servidores.
As Unidades oferecem aos adolescentes acesso à internet, de maneira supervisionada, para que possam manter contato com o mundo exterior. Entre as tecnologias utilizadas estão as chamadas por vídeo via WhatsApp, Skype e Zoom, que asseguram também os vínculos familiares, já que as visitas foram suspensas por causa do novo coronavírus. Esse contato é essencial no contexto dos adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa.
