
Semana passada, o jornalista Marcus Vinicius Gomes publicou artigo destacando a carta de Antônio Palocci em que o ex-ministro pedia a desfiliação do PT. Alguns leitores apressados (poucos, por sorte) entenderam que tratava-se de texto opinativo. Não, os termos eram de Palocci. Ao jornalista coube somente lembrar de sua passagem pelo trotskismo mais o auxílio luxuoso que lhe coube na criação do partido, idos de 80. A carta, de quatro páginas, é um registro documental de quanto o “partido de massas” – certamente o único na história do país – abancou-se no poder, com os resultados que conhecemos.
É fato inquestionável.
