quinta-feira, 30 julho, 2026
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NACIONAIS: NADA DE “SAÍDA FÁCIL” 

                                                             Pastor Everaldo e Wilson Witzel

O ministro da Economia, Paulo Guedes, reafirmou nesta quarta-feira, 18, que o governo federal não pretende desrespeitar o teto de gastos públicos na busca pela retomada do crescimento no pós-pandemia. “A saída fácil é furar o teto. Nós não faremos isso. Seria uma irresponsabilidade com as futuras gerações”, declarou. “Isso é uma saída fácil para os contemporâneos, aparentemente, por seis meses, por um ano. Logo depois, a situação se complica, o desequilíbrio volta e se exacerba, os juros sobem, o governo tem que aumentar os impostos de novo e nós entramos no mesmo caminho de estagnação que ocorreu conosco ao longo desses últimos 40 anos”, completou.

Imposto pela emenda constitucional 95, promulgada em 2016, o teto de gastos vale por 20 anos e prevê que as despesas da União não podem crescer acima da inflação do ano anterior. Guedes é um assíduo defensor do teto de gastos, o que lhe rendeu embates com outros integrantes da Esplanada dos Ministérios, como o titular da pasta de Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, um dos principais “inauguradores de obras” do governo federal.

2 – MP cobra ONS sobre apagão

O Ministério Público Federal cobrou do Operador Nacional do Sistema Elétrico, ONS, e da Companhia de Eletricidade do Amapá, CEA, explicações sobre o novo apagão no estado, registrado na noite de terça-feira, 17. O prazo para a resposta é de 48 horas. Em ofícios enviados nesta quarta-feira, 18, a Procuradoria pediu ao ONS documentos que esclareçam a causa e a responsabilidade sobre o apagão elétrico, além de comprovantes sobre medidas adotadas para evitar que o episódio se repita.

3 – Pastor Everaldo permanece preso

Por maioria, a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça decidiu nesta quarta-feira, 18, manter a prisão preventiva do presidente licenciado do PSC, Pastor Everaldo, e de outros oito investigados no âmbito da Operação Tris In Idem. A apuração, um desdobramento da Operação Placebo, destrinchou um esquema de corrupção em contratos da área de saúde com Organizações Sociais, as OSs. Em agosto, a Tris In Idem resultou no afastamento de Wilson Witzel do governo do Rio de Janeiro.

4- Postou, mas apagou

O Ministério da Saúde escreveu nas redes sociais, na manhã desta quarta-feira, 18, que não existe remédio que previna ou cure a Covid-19. A pasta ainda declarou que o principal método de prevenção ao novo coronavírus trata-se do isolamento social. No início da tarde, entretanto, o órgão recuou e apagou a mensagem.

O post do ministério era uma resposta a uma usuária. Ao comentar uma publicação da pasta, que orientava a população a procurar unidades de saúde ao identificar sintomas da doença e iniciar o tratamento precoce, a internauta sugeriu o uso de Azitromicina. O órgão, então, rebateu.

“Olá! É importante lembrar que, até o momento, não existem vacina, alimento específico, substância ou remédio que previnam ou possam acabar com a Covid-19. A nossa maior ação contra o vírus é o isolamento social e a adesão das medidas de proteção individual”, escreveu.

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