segunda-feira, 11 maio, 2026
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LIVROS: O PAPEL SEGUE FIRME

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E.books: em queda, no mundo; livros impressos: mais procurados
E.books: em queda, no mundo; livros impressos: mais procurados

Eis uma boa notícia. Apesar dos vaticínios e dos profetas do apocalipse, o livro em papel vai bem, muito obrigado. Nos Estados Unidos, mercado que funciona como um termômetro editorial, as vendas de livros físicos acumulam quatro anos seguidos de alta, enquanto as de e-books (os livros digitais) sofreram uma queda de 30%. No Brasil, definitivamente não pegaram. Representam apenas 1% do total. Pouco, muito pouco.

CASOS DE MIOPIA

O desinteresse pelos livros digitais tem muito a ver com a overdose de aparelhos eletrônicos à disposição no mercado. A ponto de gerar malefícios à saúde, como o aumento de casos de miopia. O conforto do livro impresso e sua fácil manuseabilidade também são levados em conta.

Pensando nisso, as editoras decidiram agilizar as ofertas de títulos, acelerando o processo de produção de obras com temas atuais e fazendo-os chegar às estantes quando o debate ainda está em curso. Hoje é possível rodar livros ‘on demand’ de um dia para o outro, em edições pequenas, médias ou grandes. De acordo com a procura.

O LUXO DOS CAPA DURA

Outro atrativo das editoras são os livros de capa dura, bem-acabados e com uma rica iconografia. Nos EUA, o resultado apareceu de 2013 para 2016. As vendas subiram de 4,9 bilhões para 5,3 bilhões de dólares, sendo que os livros de capa dura responderam por 53% do faturamento. É uma boa notícia. É o livro fazendo bonito papel.

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