
As coisas estão mudando mesmo: como consequência do alto número de novos cartorários aprovados em concursos do TJPR, o Tribunal de Justiça apertou a fiscalização, agora ampla e irrestrita: determinou que os titulares morem na cidade sede da serventia de que são titulares.
Eu conheço pelo menos quatro deles, tradicionais cartorários paranaenses, que estão cumprindo rigorosamente a nova ordem. Um pouco amuados, é verdade.
LINHA DURA DO CNJ PEGA RODRIGO BARROSO
Não teve conversa: o Conselho Nacional de Justiça não aceitou os argumentos de Rodrigo Barroso, que por anos foi titular de um Cartório de protestos em Curitiba, que recebera como “herança” de seu pai, Roberto Barroso Filho. Ele perdeu a serventia que, dizem avaliadores da área, poderia significar R$ 500 mil mês de entradas no caixa do cartorário.
Outro cartorário, este, no entanto, de amplo trânsito no Estado, Silvio Name, foi também atingido, em definitivo, pela decisão do CNJ.
