
O juiz Eduardo Milléo Baracat, da 9ª Vara do Trabalho de Curitiba, decretou a nulidade do leilão do Hospital Evangélico e da Faculdade de Medicina, realizado no último 17 de agosto, em função do não pagamento do sinal de 20% por parte do Consórcio R+, que venceu o pregão. Após arrematar o hospital e a faculdade por R$ 259 milhões, o Grupo R+ deveria ter feito o pagamento até o dia 21 de agosto e o remanescente em até 60 parcelas iguais. Entretanto, o acordo não foi cumprido. O novo leilão ocorrerá no dia 28 de setembro, às 10h.
O Consórcio R+, formado pelas empresas Única Educacional Ltda., de Brasília; e Âmbar Saúde, de Belo Horizonte, pediu a prorrogação do prazo. O juiz negou. “O consórcio R+ pode ser processado por fraude, além de perder caução de R$ 5 milhões depositado anteriormente. Quando alguém deixa de pagar por um bem arrematado isso é considerado desistência ou arrependimento”, explica.
(Talk Comunicação)
