
Ao se despedir da Câmara dos Deputados, João Arruda, sobrinho de Roberto Requião de Mello e Silva – na verdade um dos bons quadros que ainda resistem no partido no Paraná – lançou um alerta, falando à bancada de seu partido em Brasília: “Precisamos com urgência pensar em alternativas para melhorar a imagem da legenda”.
FUTURO INCERTO
Arruda disse ainda prever “dias terribilis” para o seu MDB, que só mudou, nos últimos anos, por ter voltado ao velho nome. Mas não provou ter deixado para trás as marcas de um partido de grandes acertos – nem sempre defensáveis – em torno do poder e do erário.
O MDB é na verdade o nosso “PRI”, aquele partido que por 70 anos dominou o México, sendo o escoadouro de toda sorte de desmandos públicos.
