Deonilson Roldo, que foi o mais poderoso executor do governo Beto Richa, e hoje respondendo sobre alguns supostos malfeitos na Justiça, como o de pedir propina a empreiteiros, está pedindo, em citação extrajudicial, que a coluna faça desparecer noticiário em que o apontamos como supostamente prestando serviço a Rafael Greca de Macedo.
Na verdade, a retificação já foi feita, dois dias depois da primeira publicação. Houve reconhecido equívoco da coluna. Mas não retifico quanto ao alto salário que ele recebe nem às acusações a que responde por supostos malfeitos, muitos menos sobre seu despotismo de outrora.
De qualquer forma, a coluna vai providenciar a eliminação dos registros digitais pedidos por alguém que não mais é cidadão acima de qualquer suspeita, um tosco e despreparado déspota que Curitiba importou de Pato Branco.
Mesmo sendo alguém com muitas contas a prestar à Justiça, Deonilson, através de seus advogados, ousa dar lições de ética jornalística, falando em Código de Ética.
Ora, pois, o moço é quem deve é explicar seu comportamento moral e ético.
Eu não devo nada à justiça.
Posso me equivocar como jornalista, mas sei voltar atrás, como o fiz no caso desse ex-jornalista que, espero, tenha sido dispensado do uso de tornozeleira eletrônica…
NB: os registros eletrônicos sobre meu equívoco informativo já foram retirados em 10-7-19.