
É sabido que em auditório que tenha mais de 80 pessoas deve-se usar um bom sistema de som. Palestrantes experientes, tão logo chegam ao local das suas preleções, procuram imediatamente “o rapaz do som”. É dele que depende boa parte da aceitação das suas palestras. Se as palavras que estão sendo ditas não forem audíveis e compreensíveis pela plateia haverá perda de interesse e conversas paralelas. Templos e igrejas normalmente são zelosos com os seus sistemas de som.
ENGENHEIRO ACÚSTICO
Mora em Curitiba um engenheiro acústico que está reformulando o som de várias igrejas evangélicas, as do Edir Macedo, (IURD), que faz questão de não desperdiçar esforços para que seus templos sejam confortáveis e atrativos. Aos poucos este especialista vai arrumando o sistema de som de cada templo – certa vez ele ouviu do próprio Edir Macedo: “Fulano, você caiu do céu para nós, suas reformas estão nos prestando um grande favor.”

CATEDRAIS MEDIEVAIS
O escritor Ken Follett na sua trilogia – Os Pilares da Terra – discorre sobre os cuidados que se tomavam nas construções das catedrais medievais com respeito aos sistemas de som (ao vivo) e de iluminação. Tudo tinha que ser atraente e eficiente, pois, essas catedrais eram pontos de encontros das populações e algumas funcionavam como “verdadeiras lojas ancoras” de uma espécie de um shopping center” que se criava espontaneamente ao seu redor. O comércio, as trocas de mercadorias, as feiras livres e até os grandes relógios das edificações serviam de apoio aos moradores e visitantes.
JESUS DISPENSOU
Pelos relatos bíblicos o único a não precisar de um sistema de som para transmitir suas falas foi Jesus Cristo: – dizem que sua voz era perfeitamente audível a dezenas de metros de onde estava fazendo sua pregação, mesmo em ambientes não favoráveis, quase todos ao ar livre.
