
O Sexto Encontro de Escola Católicas promovido pela Editora Positivo começa nessa quarta, 4, em Curitiba, com a presença de 200 gestores e representantes de 130 escolas conveniadas ao Sistema Positivo de Ensino.
Elas representam um universo de 61 mil alunos de escolas católicas.
O objetivo do encontro é orientar representantes das escolas sobre os cenários econômicos e socioculturais. A programação traz palestras sobre gestão, como conciliar a missão religiosa e educadora com a viabilidade do negócio e a atuação das escolas católicas num mundo pluralista.
OS QUESTIONAMENTOS
Se bem conheço a qualidade dos participantes do evento – nomes como os do irmão Jardelino Menegat, do Centro Universitário La Salle, do Rio de Janeiro, e o do pedagogo e teólogo irmão Afonso Murad – a pauta irá além. Por exemplo: acho que o grupo vai acabar tentando responder a uma indagação que ronda a educação católica no Brasil: que futuro terá a escola católica diante da avassaladora secularização da sociedade?
MONGE TRAPISTA
A programação traz ainda a participação do monge Dom Bernardo Bonowitz, do Mosteiro Trapista Nossa Senhora do Novo Mundo, com uma palestra sobre o carisma da escola católica numa cultura pluralista. O monge vai celebrar também uma missa no mosteiro, em Campo do Tenente (PR).
O monge, norte-americano, é judeu convertido ao catolicismo, doutor em Filosofia, pela Alemanha, prior do Mosteiro Trapista e um dos nomes mais importantes de sua ordem no mundo.
PARA LONGEVIDADE
Durante o encontro, a Editora Positivo lança o livro “Escolas Católicas: Uma gestão em rede para a longevidade da obra”. Os autores, César Nunes, Padre Vilson Groh, Vanderlei Soela, Irmão Jardelino Menegat e Irmão Afonso Murad, participam de uma mesa redonda e debatem os temas levantados no livro.
