quinta-feira, 30 abril, 2026
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Gestão digital estratégica acelera rentabilidade das empresas

Foto: Rodrigo Félix Leal

(Assessoria)

Em um período pós-pandêmico em que recente publicação do Ministério da Economia apontou o fechamento de 484.470 mil empresas apenas no 3º quadrimestre de 2021 – representando uma elevação de 35,7% em comparação com o mesmo período do ano passado – é possível pensar em inovação abrangendo o modelo de negócio e a gestão com resultados expressivos para o rendimento das empresas em 2022? Os especialistas em gerenciamento e vendas estratégicas, Rolf Erbe e Jadson Pollheim, afirmam que sim.

Durante encontro, nesta quinta-feira (10), do Grupo de Aceleração Digital (DAG, da sigla em inglês) do Programa WTC de Competitividade do World Trade Center Curitiba, Joinville e Porto Alegre, no Distrito Spark, sede do WTC Curitiba, o cofundador e diretor de vendas estratégicas da Rampfy (um dos principais aplicativos de acompanhamento de indicadores e KPIs da América Latina), Jadson Pollheim, e o diretor geral da CMB Organização de Ambiente (soluções para organização de ambientes empresariais), Rolf Erbe, debateram a temática gerenciamento digital estratégico (digital management).

De acordo com Pollheim, a gestão digital começa em ações simples de aplicativos, como os alertas, via patch no celular, que avisam sobre a rotina dos funcionários da empresa. “Por exemplo, quando a data em que um colaborador deve cumprir seu banco de horas se aproxima, sem que passe o excesso, o patch vai avisar; entre outros avisos por meio de uma inteligência artificial mesclada com inteligência de dados. E dados de vendas também. Nossas ferramentas de AI monitoram dados do mercado do setor e picos de vendas nos setores, entre outros.”

Já Rolf Erbe compartilhou a experiência de sua empresa familiar que, em 2015, fez a transição de gestão para ele e sua irmã, a terceira geração desde a fundação. “Nosso mercado estava se deteriorando, tanto na modalidade quanto no canal de vendas, com relações desgastadas na nossa cultura de varejo. Foi quando começamos a testar um novo modelo de gestão, partindo para a cultura digital. Diminuímos as representações e passamos a procurar o consumidor final: concessionárias, oficinas, indústrias e outros.”

Segundo Rolf, o diferencial estava na mudança de abordagem e também na necessidade do cliente, que busca por mais competitividade e economia, principalmente em ambientes digitais. “Seguimos o exemplo das startups, mas aplicado à nossa realidade de indústria. O resultado foi economia de tempo da gestão fabril e comercial, e o aumento das vendas.”

Para o presidente do Grupo de Aceleração Digital, Sandro Vieira, um dos objetivos com os encontros do DAG é trazer análises de especialistas sobre como sair da visão do mindset analógico em empresas familiares, ou que tenham essa característica, com o passo a passo dos cases de sucesso, fomentando a competitividade das empresas.

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