O direito de gritar é de todos.

Os evangélicos políticos, liderados pelo bispo Robson Rodovalho, e o deputado federal Marcus Pereira (bispo licenciado da Universal) estão pedindo ao presidente Bolsonaro que não ocorram cortes nos recursos para o Recenseamento.
Temem que a novo Censo Demográfico não retrate corretamente a posição dos evangélicos, que seriam hoje 22% da população.
Claro que os números, em última instância, indicando a população religiosa, acaba sempre sendo utilizado na balança política.

