Jogador Kruger: simples, acessível, um ídolo; Ney Leprevost: “ele valorizou o menino”
Jogador Kruger: simples, acessível, um ídolo; Ney Leprevost: “ele valorizou o menino”
Muito se escreveu e se lamentou, com justa razão, pela morte do eterno craque Dirceu Kruger, ídolo do futebol paranaense levado pelo Anjo da Morte nesta semana.
Sem favor, sou obrigado a registrar a impressão que me causou a manifestação do secretário da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost.
Ele recordou, que, aos 13 anos “quando pretendia o papel de jornalista, na equipe de Carneiro Neto, fui muitas vezes recebido, valorizado e bem tratado por Kruger. Bem ao contrário de outros dirigentes do Coritiba, que, com prepotência e boçalidade, não sabiam valorizar o trabalho de quem estava tentando fazer jornalismo”.
Kruger foi um ‘deus’ no futebol do Paraná, uma lembrança eterna que fica na biografia de Ney Leprevost e no coração de multidões.