sexta-feira, 11 setembro, 2026
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Empresário Luís Guilherme Mussi morre em acidente na RMC

Nosso Dia – O empresário e ex-secretário de Estado do Paraná Luís Guilherme Gomes Mussi, de 72 anos, morreu na noite desta quinta-feira (11) em um acidente de trânsito na PR-423, em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba. Ele também era sogro do candidato ao Senado Alexandre Curi, que lamentou o falecimento.

Conforme a Polícia Militar do Paraná (PM-PR), Mussi estava em uma caminhonete e tentava atravessar a rodovia quando o veículo foi atingido lateralmente por uma carreta.

Mussi teve uma trajetória de destaque na comunicação e na vida pública do Paraná. Ele era dono da Rede Mercosul de Comunicação e foi presidente do Canal 21, de Curitiba.

Na política, ocupou o cargo de secretário de Estado de Indústria e Comércio e Assuntos do Mercosul durante a gestão do ex-governador Roberto Requião. O empresário também presidiu a Associação das Emissoras de Radiodifusão do Paraná (Aerp).

Foto: Redes sociais

Luís Guilherme Mussi era sogro do candidato ao Senado Alexandre Curi. Em uma publicação nas redes sociais, Curi lamentou a morte e destacou a importância do sogro para a família. “É com imensa tristeza que comunico o falecimento do meu sogro, Luís Guilherme Mussi, pai da minha esposa, Paula, avô de meus filhos, Isabela, Lucas e Júlia”, escreveu.

Alexandre Curi afirmou ainda que pretende se recolher ao lado da família neste momento de dor e agradeceu pelas manifestações de carinho, solidariedade e pelas orações recebidas. “Luis foi um homem muito querido por todos nós, e sua partida deixa um vazio imenso em nossa família”, declarou.

O deputado estadual Ney Leprevost também lamentou a morte de Mussi em postagem nas redes sociais. “Era primo do meu pai e meu grande amigo. O Luís era um cara autêntico, firme e sincero. Fundou e administrou grandes empresas de rádio e televisão. Entre elas, a rádio Exclusiva e a TV Exclusiva. O Mussi era o primo preferido do meu pai. Segundo minha avó, “o moço mais bonito de Curitiba”. Meu pai e ele se davam muito bem. Tinham orgulho da descendência árabe, não levavam desaforo pra casa e só se sentiam vivos de verdade quando pegavam briga com alguém poderoso“.

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