Em dois meses, o desleixo se repetiu, diz leitor em reclamação
O leitor GH volta ao assunto, em menos de dois meses. Relata que a Ecco Salva, de que é associado há 12 anos, deixou de atendê-lo, na tarde de quarta, 11, quando ele ligou para a Central de Emergências (30 40. 23 23) do serviço de atendimento médico.
Imaginem, é o setor da Central de Emergências.
Contou que passava mal, com dores lancinantes de cabeça, “palpitações” (batidas cardíacas aceleradas) e tontura.
ATENDENTE DECIDE
A atendente da hora do registro, 15h15 – sem mostrar o mínimo interesse no paciente, julgando-se, é o que parece, expert em questões médicas, decretou: “O senhor receberá nossa equipe entre 1 e 3 horas”.
NOVA BUSCA DE SOCORRO
Resultado: de novo o leitor pegou um taxi e foi muito bem atendido na emergência cardiológica do Hospital Santa Cruz.
E estava de volta ao seu domicílio quando, às 16h40, a ambulância da Ecco chegou. O motorista da ambulância limitou-se a dizer: “Mas o sócio não explicou que era emergência.”
Hoje, 12, de manhã, o reclamante cancelou seu plano com a Ecco.