domingo, 28 junho, 2026
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DOS LEITORES: MORTE DE ZIMMERMANN

Que linda homenagem, professor! (sua coluna de 7-6).

Fiquei emocionada ao ler…

Obrigada pelas citações à Galeria e a mim.

Quero muito que a memória deste ser humano tão especial (Carlos Eduardo Zimmermann), terno, genial, seja preservada com o maior respeito.

E o senhor é a pessoa que mais tem a capacidade para isto.

Muito, muito obrigada!

ZILDA MARIA FRALETTI, galerista, Curitiba

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PRECISA MORRER?

Senhor jornalista,

Surpreendeu-me o número de manifestações em torno da morte do artista plástico Carlos Eduardo Zimmermann.

Será que nesta nossa bendita terra – o Paraná – as pessoas “tem” de morrer para ter seus méritos e importância reconhecidos?

MARIA FRANCISCA J. JONHSCHER, Curitiba

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Jamil Snege, Odelair Rodrigues, Helena Kolody, Luiz Carlos de Andrade Lima
Jamil Snege, Odelair Rodrigues, Helena Kolody, Luiz Carlos de Andrade Lima

ALGUNS GRANDES ESQUECIDOS

Senhor jornalista,

Tenho certeza que o artista plástico Zimmermann será lembrado ainda um tempo pela mídia profissional e pelas redes sociais. Depois, esse valioso nome das artes paranaenses entrará na vala comum, como aconteceu como tantos outros, como o jornalista Aramis Millarch, Walmor Marcelino (escritor e jornalista), Samuel Guimarães da Costa (historiador e jornalista), Helena Kolody (poeta), Jamil Snege (escritor iconoclasta), Luiz Carlos de Andrade Lima (pintor), Lala Schneider (atriz), Odelair Rodrigues (também atriz), Leopoldo Scherner e Miguel Wouk (gramáticos)…

É certo que “a glória do mundo passa rápido” (sic transit gloria mundi). Mas no Paraná ela passa mais rápido ainda. Quase a jato.

MARIDALVA DO DESCALVADO PIGOZZI, Porto Alegre, RS

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A ERA DO INFOCALIPSE

Senhor jornalista,

Desinformar tem sido ardilosamente uma moda perigosa nos grupos de WhatsApp. Como diz apropriadamente o tecnólogo Aviv Ovadya, chefe do Centro de Responsabilidade de Mídias Sociais da Universidade de Michigan (EUA), vivemos a Era do Infocalipse, o “apocalipse da informação”.

A desinformação, ou a “fake-news”, fragmenta a realidade e afeta o comportamento das massas. Não permite o contraditório, não é uma “praça pública digital”, como o Facebook, sites, blogues e outras redes. O WhatsApp é um condomínio fechado, um canal naturalmente sensacionalista, portanto.

Compartilhar desinformações pelo Whats é muito grave porque as mensagens são criptografadas e, portanto, não passam por uma natural e espontânea verificação de qualidade ou análise de conteúdo por parte do público geral. É grave, muito grave!

A solução, a longo prazo, passa pelo necessário aculturamento das massas conectadas e pela Educação, mas a pergunta do momento é: como combater e eliminar isso já?

É uma pergunta.

MARCELINO JUNIOR, jornalista, pós-graduado em Comunicação Organizacional: Gestão Estratégica, UEL, LONDRINA

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