
Caro Professor Aroldo,
Estou acompanhando o noticiário a respeito da sentença proferida pela juíza Inês Marchelek Zarpelon, na qual ela deixou transparecer um viés de cunho racista. Não a conheço pessoalmente, mas torço para que o lapso da magistrada, certamente fruto de nossa longa tradição cultural, não tenha como consequência sua perseguição implacável, condenação sem apelação e esquartejamento moral nas mídias sociais.
Luiz Fernando de Queiroz, empresário, advogado – Curitiba

