Caro amigo Prof. Aroldo!
Ontem, dia 10 de setembro, publiquei um artigo lembrando a falência do meu trisavô – o Visconde de Souto – que se deu há exatos 152 anos, naquele mesmo dia de 1864, que ficou nos registros da História do Brasil como “a Quebra do Souto”, um acontecimento grave que abalou o país e determinou profundas mudanças no sistema financeiro do Império.
BIOGRAFIA
No artigo eu me refiro às dificuldades para editar a biografia ainda inédita do meu trisavô, denominada “Visconde de Souto: Ascensão e ‘Quebra’ no Rio de Janeiro Imperial”, que escrevi em coautoria com minha prima Lúcia Helena Souto Martini, mas a ênfase do texto do citado artigo está nos meus comentários a respeito de 40 livros dos mais de 600 títulos consultados durante os sete anos em que eu e minha coautora pesquisamos para compormos a mencionada biografia.
Referem-se ao Visconde de Souto autores como Lima Barreto, Luís Viana Filho, Sérgio Buarque de Holanda, Arthur Azevedo, Nelson Werneck Sodré, Eduardo Bueno, Barão do Rio Branco, Antonio Candido, Jorge Caldeira, Lilia Moritz Schwarcz, Brasil Gerson, José de Alencar, Lima Barreto, Machado de Assis, Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira, o “nosso” saudoso Wilson Martins, e muitos outros.
UNIVERSAL
No meu texto, eu transcrevo para possíveis pesquisadores alguns trechos dos livros, e discorro ‘en passant’ sobre os motivos de o Visconde de Souto estar citado em romances de interesse universal, em meio a personagens fictícios, como em “Lucíola”, “Quincas Borba” e “Triste Fim de Policarpo Quaresma”. O link contendo o meu artigo é o seguinte: http://fsoutone.blogspot.com.br/2016/09/10-de-setembro-de-1864-quebra-do-souto.html
FRANCISCO SOUTO NETO, crítico de artes plásticas, Curitiba
