
Caro jornalista,
Vou me permitir tentar ler o que não disseram:
– sem concursos. Não há grana.
– privatizações levarão as empresas privatizadas investir!
– concessões provocarão novas frentes de investimento.
– Orçamento apertado, justo o que precisa gastar, reduzirá apetite parlamentar por emendas e negociações.
– se querem verbas e querem gastar, terão de aprovar pedidos de suplementação. Desgaste mútuo e arriscado, em pleno ano eleitoral municipal.
– reforma da previdência, com ajustes do Sen. Tasso, torna o resultado mais lento e por 10 anos. A frase que domina “desidratou a curto prazo e reidratou (1 trilhão!) a longo prazo! evita gastos já!
-PEC paralela e inteligentemente elaborada, dará co-responsabiliade pra Prefeitos (querendo reeleição!) e Governadores (mais do Nordeste!) tendo que assumir com propostas nas Assembleias Estaduais. E fará parte dos debates municipais!
– vamos reconhecer que há massa cinzenta no Governo Federal. Mais no time do Guedes.
ERICOH MORBIS, Curitiba
RELEMBRANDO:
“Despesas obrigatórias chegarão a 94% do Orçamento em 2020, e gastos de ministérios ficarão mais restritos.”
BRASÍLIA — As despesas obrigatórias vão somar 94% dos gastos do governo federal em 2020, reduzindo o espaço para os gastos de custeio da máquina e levando a Esplanada dos Ministérios a ter o menor valor para manutenção da máquina e investimentos nos últimos anos. Os investimentos vão somar R$ 19,3 bilhões, número mais baixo da série de 2009”.
