
Meu Caro Aroldo,
Eu, como jovem apreciador e profissional do meio TV, estou surpreso com sua memória viva da Tv paranaense e da maneira maravilhosa que você descreve suas experiências. Aguardo ansioso os próximos capítulos !
LEONARDO PETRELLI, Curitiba, presidente da RIC Comunicação
Resposta:
Leonardo, Obrigado por suas palavras.
Você tem autoridade para avaliar a minha série voltada à importância da crônica social na imprensa do Paraná. Sua história de vida é uma lição que pretendo expor no número 12 de meu livro Vozes do Paraná, Retratos de Paranaenses, lembra-se?
Também me alegra muito o contato com o filho de um ótimo amigo, alma generosa, que recém perdemos, o insuperável mestre na arte de unir pessoas que foi seu pai, Mário Petrelli, “Grande Porta-Voz do Paraná”, título que o Instituto Ciência e Fé de Curitiba lhe concedeu em agosto de 2019.
Na medida do possível, não quero decepcionar meus leitores, entre os quais você é dos que mais me alegram.
Encerrada, por ora, a parte do Dino Almeida, logo partirei para abordar outros cronistas sociais. Mas não tenho dúvidas: DA foi o carro-chefe desses colunistas que, hoje, infelizmente, não têm o envolvimento jornalístico que Dino, Carlos Jung, Cláudio Manoel da Costa, Calil Simão – entre outros – tiveram na vivência diário de jornal, rádio e televisão.
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HOJE, SÓ GENTE SOCIETY!
Professor Aroldo:
parabéns por sua série de artigos que procura recuperar boa parte da história do colunismo social no Paraná, nessa primeira fase centrada no mais importante dos nossos cronistas, Dino Almeida.
Espero que seu olhar crítico, testemunha da história da imprensa curitibana no século 20, estabeleça relação entre aqueles dias gloriosos – como os mostrados com Dino no programa Dreher Convida, da televisão – com o que acontece hoje.
Nos dias atuais, os cronistas sociais são, na maioria, diletantes do society que falam de suas turmas, de seus grupos de granfinos, esquecendo que somos 11 milhões de habitantes no Paraná e que a diversidade tem de marcar essa expressão de comunicadores (os cronistas sociais).
HARALDO PORCIÚNCULA FERREIRA BRASIL, Porto Alegre.
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SOBRE JOÃO FEDER

Aroldo, Li hoje (sábado, 30) sua quarta parte de “Assim se fez obrigatória a crônica social na imprensa do Paraná”.
Coincidência que lia no sábado, dia que o pai, religiosamente, “feijoava”. Foram anos reunindo numa mesa vários amigos, entre os mais frequentes, Carlos Jung. Nos últimos anos no restaurante do Slaviero da Senador Alencar Guimarães.
Você cita, no seu texto, os dois – pai e Carlos – e diz, com razão, que o pai “sempre na berlinda dos grandes acontecimentos na qualidade de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado”.
Pai nunca deixou de ser jornalista e imagino a dor no coração quando teve, ao ser editado o Pacote de Abril, em 1977, que optar pelo Jornalismo ou por continuar no TEC-PR! Optou por continuar como conselheiro e professor de “Ética e Legislação de Imprensa” na, como sempre dizia, “Gloriosa Universidade Federal do Paraná”.
Tenho certeza de que as notas que ele passava ao Carlos Jung eram uma maneira de ainda exercer o jornalismo. Não só nas notas, mas nos dias ao O Estado do Paraná e suas conversas com o querido Mussa.
Tempos que, infelizmente, não voltam mais e que, talvez, sejam apenas registrados em livros.
Obrigado por me fazer lembrar do meu pai!
JEAN LUIZ FEDER, Curitiba
