
(DESTAQUE)
Caro jornalista,
Quero indagar-lhe e a seus leitores: como, literalmente, dar fim a uma função que ocupa em torno de 4 ou 5 mil pessoas, que operam em três turnos, instalados no interior dos ônibus, estações-tubo e terminais?
Simples: Rafael de Macedo e seu líder petebista na CMC (Petruzzielo) alegam que uma “reciclagem”, transformando-os, talvez, em motoristas ou afins, pode ser a solução. Num simples toque de mágica!
O Sindimoc, que é o sindicato de motorista e cobradores, independentemente de seu viés político, tem razões de sobra para cobrar uma posição do “Homem Bom” que acredita ter sido abençoado com os votos de 2016. Acima de tudo, está a questão humanitária e social de uma categoria que rala – e muito -, para que a população disponha de um serviço hoje considerado o mais caro do país, com tarifa a R$ 4,50.
Abraço – penso que possa merecer comentário teu.
PS: A revolta demonstrada pela comum amiga Cassiana Lacerda em tua coluna, dias atrás, revela a que ponto chegamos no “consulado Greca de Macedo”.
URETZ WOELNER, Curitiba
