
Como não sou habitual leitor do Facebook, fui surpreendido semana passada por Anthony, um dos porteiros de meu prédio, jovem diferenciado pelo refinamento cultural (Estuda filosofia na Uninter) que me avisou:
“O Fábio Campana publicou uma crítica que o senhor escreveu sobre o último livro dele…”
Fiz, com a apreciação, o que qualquer cultor de boa poesia faria:
expressei a importância que dou a esse novo mergulho de Campana nos domínios do poético, em que se mostra absolutamente maduro avaliador da vida e dono de forte capacidade de introspecção produtiva.
Admiro o jornalista, o escritor e especialmente o poeta. Isso sem embargo de, sendo amigos, não termos – hoje – as mesmas devoções no plano da admiração por homens públicos paranaenses. O que, de certa forma, só amplia o valor de minha avaliação do vate e de suas deambulações que expõe grandezas de um espírito especial.
Nos registros d’alma fechamos juntos, quase sempre!
