terça-feira, 12 maio, 2026
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Deputado denuncia agressões em escola Cívico-Militar

Tadeu Veneri, presidente da Com.Direitos Humanos da ALEP. (Foto: Dálie Felberg/Alep)

Líder da bancada do Partido dos Trabalhadores (PT) e presidente da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa (Alep), o deputado Tadeu Veneri usou a tribuna na sessão plenária desta segunda-feira (13) para cobrar explicações do governo estadual sobre possíveis fatos criminosos envolvendo dois policiais militares aposentados que atuavam como monitor e diretor militar em um colégio cívico-militar em Imbituva, na região Centro-Sul do estado.

De acordo com o Ministério Público Estadual, em 06 de agosto de 2021, o agente militar que atuava como monitor na instituição de ensino interrompeu uma aula que estava sendo ministrada e retirou um adolescente de sala. A razão seria repreender o aluno por ter desenhado uma folha de maconha e escrito a frase “vida loca” em sua carteira escolar.

O monitor teria ameaçado o estudante, afirmando “que já tinha matado vários e que ele não iria fazer diferença”, e ainda o teria agredido fisicamente, com um soco na nuca. Ao retornarem para a sala de aula, o policial ainda teria submetido a vítima a constrangimento, obrigando-a a limpar a carteira escolar na presença dos demais colegas de classe e da professora.

GRAVIDADE

“Essa situação é extremamente grave. Por isso nós estamos fazendo um pedido de informações para a Secretaria de Estado da Educação para saber quais medidas foram tomadas pela SEED em relação ao ocorrido no Colégio Cívico-Militar de Imbituva. Precisamos de respostas do Estado”, disse o parlamentar. Veneri afirmou que recebeu denúncias de fatos semelhantes que teriam ocorrido em outras instituições de ensino. Para o deputado, a prática de ameaça e constrangimento é crime e precisa ser punido.

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