Quase ninguém mais duvida que o presidente Temer começará a nomear os dirigentes de estatais federais depois de aprovada PEC dos limites de gastos do Governo pelo Senado. Até lá, tudo fica em compasso de espera, pois a fidelidade de quem indica (QI) estará em teste.
Itaipu, conforme a coluna já aventou, deverá escapar das limitações estabelecidas pelo Governo, de só colocar no comando das estatais quadros técnicos.
No caso de Itaipu, jóia da coroa, a possível escapatória da regra será – nomeando alguém não técnico – considerar a empresa como de fato ela é: uma binacional. Não entra na lista das estatais, pois.
