
É muita coincidência: o filme americano que trata da chamada “cura gay” – “Uma Verdade Anulada” – não chegará aos cinemas brasileiros. Isso acontece depois do estardalhaço de campanha eleitoral, quando o PSL, o presidente eleito, familiares e seus devotos combateram muito o mundo LGBT.
No entanto, no twitter, segunda, apesar de sob severa vigilância médica, o presidente Bolsonaro garantiu que ele nada teve a ver com o assunto, rebatendo assim um disse-me-disse de redes sociais.
A Universal dona do filme, alega que agiu assim, cortando o filme dos cinemas, por mera medida preventiva. Chegou à conclusão que sua exibição não compensaria financeiramente.
É a versão. O presidente e a Universal alegam que não houve censura ao filme, posição contestada pelo ator central, Garrard Conley que alega:
“Tudo não passou de tesourada oficial”.
