Nas acusações contra o prefeito de Florianópolis, preso na terça-feira e afastado do cargo por 30 dias, consta que ele e policiais federais – inclusive da PRF – ofereciam até serviços de “centrais” de alta tecnologia que impediam repartições públicas e comprometidas pessoas de serem monitoradas via fones ou outros meios eletrônicos.
Pois, crime se sofistica até em palácios públicos.