
Por Vinícius Sgarbe
“Vamos funcionar. Quando todos fecharem, fecharemos também”, declara um representante das academias em Curitiba, por mensagem de áudio. Na segunda-feira (15), a prefeitura combinou com o setor que, mediante um termo sanitário, poderia abrir. O que mudou no dia seguinte.
Continua. “Argumentamos sobre os shoppings vendendo, e nos responderam que as lojas são uma cadeia produtiva. Com todo respeito, as academias não são um carrinho de pipoca, que se pode colocar na rua e retirar no momento seguinte. Temos professores, famílias. Temos que cuidar dos contratos de trabalho, da comunicação com os alunos”.
E finaliza. “Não nos prestamos ao papel de garotos de recados do setor. Nós nos negamos a fazer isso. Quem precisa se comunicar é a prefeitura. Há incoerência da comunicação deles. Tenham mais respeito conosco”.
