segunda-feira, 15 junho, 2026
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CANÇÃO NOVA CELEBRA 15 ANOS DE ATUAÇÃO EM CURITIBA

Arcebispo Dom José Antônio Peruzzo, de Dom Celso Antônio Marchiori, bispo de São José dos Pinhais, e do padre Adriano Zandoná

Evento comemorativo terá a participação do Arcebispo Dom José Antônio Peruzzo, de Dom Celso Antônio Marchiori, bispo de São José dos Pinhais, e do padre Adriano Zandoná

 

O tradicional “Celebra Curitiba” terá uma motivação especial este ano: celebrar os 15 anos de evangelização da Canção Nova na capital paranaense. O evento está na 4ª edição e acontece de 2 a 4 de agosto de 2019. É o maior encontro realizado, anualmente, pela Comunidade católica na região. O público esperado é de duas mil pessoas e a entrada é um quilo de alimento não perecível ou uma doação espontânea.

CONVIDADOS

Para esses dias de festa, a Canção Nova recebe o arcebispo da Arquidiocese de Curitiba (PR), Dom José Antônio Peruzzo; o bispo de São José dos Pinhais, Dom Celso Antônio Marchiori; o membro da Renovação Carismática Católica (RCC), Evandro Nunes; a cantora católica Ana Lúcia Biajoni e o padre Adriano Zandoná, entre outros convidados.

PROGRAMAÇÃO

O público vai conferir uma programação diversificada com palestras, dança, show acústico, missas, terço, Adoração ao Santíssimo Sacramento, noite oracional e sessões de autógrafos. No local do evento – Casa de Missão da Canção Nova, em Curitiba (PR) –, há estacionamento gratuito.

Para quem utiliza transporte público, os dois tubos da URBS próximos são: o “Roberto Hauer” – em frente ao Shopping Cidade -, e o Marechal Floriano – na Linha Verde.

ATÉ FIM DO MÊS

“A celebração desses 15 anos de evangelização começará no primeiro fim de semana de agosto e seguirá até o fim do mês, quando teremos um Cerco de Jericó. Tudo isso para declararmos que Jesus é a nossa vitória e proporcionarmos a cada pessoa, de Curitiba e região, que ama essa comunidade, uma nova experiência com Deus”, declara o coordenador da missão local, Fernando Fantini.

COMUNIDADE CANÇÃO NOVA

A Comunidade Canção Nova nasceu no dia 2 de fevereiro de 1978, a partir do “sim” de 12 jovens que abriram mão de suas vidas para se dedicar à evangelização. Está presente em 25 Casas de Missão no Brasil, entre elas em Curitiba (PR), e também no exterior, nos continentes europeu, asiático, africano e americano.

Em Curitiba, a missão está presente desde 2004 e se dá por meio da Rádio Nossa Senhora da Luz (AM 1370), da TV (canal 51), da loja com produtos da Canção Nova e de uma vasta programação de eventos para toda região metropolitana.

SERVIÇO

Evento: “Celebra Curitiba” – 15 anos da Canção Nova

Data: 2 a 4 de agosto de 2019

Local: Casa de Missão Canção Nova

Endereço: Marechal Floriano Peixoto 4809, Hauer – Curitiba/PR

Entrada: 1 Kg de alimento não perecível ou uma doação espontânea

Programação completa:

http://blog.cancaonova.com/curitiba/celebra-curitiba-de-2-4-de-agosto/

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UMA ARDENTE CANÇÃO QUE RENDE FRUTOS

Canção Nova em Curitiba

Para os distantes do fenômeno religioso, que não se enquadram nas categorias nem de crentes nem de estudiosos do tema -, entender a importância da Canção Nova no processo de renovação e revitalização da Igreja Católica no Brasil é muito importante.

Nascido nos anos 1980, inspiração do monsenhor Jonas Abib, em Cachoeira Paulista, SP, o movimento absorveu o amplo processo de pentecostalização de parte do catolicismo romano promovido a partir da experiência de grupos de oração na Universidade de Notre Dame, Estados Unidos.

O CLIMA

Havia todo um clima favorável a que o modo Canção Nova de ser Igreja Católica se solidificasse. Primeiro, porque a experiência americana espalhara-se como pólvora entre católicos ansiosos pela “descoberta do Espirito Santo”, como explica padre R.Stewart Mello.

Com a adoção dessa prática de evocar fortemente o Espírito Santo, restabelecendo-lhe lugar especial no culto romano, deu muito certo no Brasil.

TUDO AJUDOU

E para isso, a aceitação do pentecostalismo católico, há que se considerar alguns dados:

a) a alma do brasileiro, facilmente exposta a manifestações de apelos emocionais fortes;

b) a necessidade que parte desses fiéis vinham mostrando de fazer ruptura com um catolicismo muito concentrado em temas sócio-político. A experiência das Comunidades de Base da linha de Gutierrez e Boff deixara muitas doloridas marcas;

c) o fortalecimento do sentido de comunidade, de pertencimento a uma Igreja que, mastodôntica, mantinha relacionamento muito burocrático com os fiéis. Assim, pois, as chamadas comunidades de Vida (com votos evangélicos de pobreza, castidade e obediência) foram essenciais. Bem como essenciais também foram as Comunidades de Aliança (grupos de leigos, casados ou não, mantenedores da obra, sem viver em comunidade de exclusiva dedicação ao movimento.

MUITAS VARIÁVEIS

A Canção Nova é apenas uma das partes mais visíveis da Renovação Carismática Católica (RCC) expressa por padre Jonas. Mas, ao mesmo tempo que a CN nasceu, cresceu, tem centenas de milhares de sócios contribuintes em todo o Brasil e no mundo, inclusive ampla cadeia de televisão, rádio e revista, outras faces do pentecostalismo católico foram crescendo, ao mesmo tempo.

NOVAS COMUNIDADES

Um dos mais férteis exemplos de que nossa gente aceitou bem as propostas da RCC está nas dezenas de novas comunidades – a exemplo da Canção Nova – que foram se multiplicando Brasil a fora. Ao mesmo tempo, os padres cantores da linha pentecostal se impuseram, ganharam densidade e expressão nacionais, como padre Marcelo Rossi.

No fundo dessa movimentação de fé buscando a ampla aproximação com a linguagem mais simples das gentes eu identifico padre Zezinho. Sem ser da linha pentecostal, Zezinho, 78, está no ponto de partida dessa ruptura com uma fé muito centrada na fria liturgia.

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