
Nesta sexta-feira, 24, Edson Campagnolo publicou em redes sociais um forte desabafo, a propósito de sua exclusão do processo eleitoral (postulava ser candidato a vice de Ratinho Junior e por isso se licenciara da Presidência da FIEP).
Não cita o candidato a governador, a cujo lado esteve por meses.
EMOTIVO
Na manifestação carregada de tom emotivo, Campagnolo reconhece que foi vencido “pela mão pesada velha política”. Uma realidade, deixa claro, que não está acostumado a viver, esse universo da política, do jogo político.
Veemente em defesa de sua honra pessoal e de sua caminhada empresarial e de liderança do mundo da indústria, registra – em tom de dignidade ofendida – que jamais envolveu os negócios de suas empresas com a representatividade na importante FIEP, a Federação das Indústrias do Paraná.
“FAKE NEWS”
Em defesa de sua honra, acusa de apócrifas as “notícias” produzidas para eliminá-lo da carreira política. Diz, por fim, que continuará na política, embora não concorrerá a cargo público este ano.
E adverte, em tom de promessa: não desistirá da luta pela implantação de novo modelo de gestão pública na vida pública.
O presidente da FIEP não deixa pistas sobre posição que tomará nas próximas eleições.
Analistas ouvidos admitem que “ele tende a ficar com João Arruda”.
