Quem disse que em gabinete de governador que está deixando o cargo ‘não se serve cafezinho quente nem água gelada?’

A expressão, que pode até ter tido significado em alguns casos passados, não serve para o gabinete da governadora Cida Borghetti.
Lá o café continua servido no ponto, e de primeira, assim como as gentilezas de seu ‘staff’ mais próximo continuam inexcedíveis.
Nesta quinta-feira, 18, por exemplo, fiz visita de cortesia à governadora, o que já deveria ter ocorrido há tempo. E o que notei foi um gabinete agitadíssimo, com a presença de políticos, imprensa, e instituições filantrópicas em busca de seu apoio.
BENEMERÊNCIA
Presenciei, por exemplo, o ato de assinatura por Cida de liberação de recursos para o anexo do Hospital Erasto Gaertner. Um ato simples, carregado de grande simbolismo pela repercussão que o Erasto tem na vida do Paraná.
Obras sociais, na verdade, fazem parte do centro de interesse e apoio de Cida Borghetti: isso é inseparável de sua história de vida.
UMA FORTALEZA
Uma fortaleza do ponto de vista físico e espiritual, sem se abater pelo exaustivo périplo da campanha eleitoral, um pouco antes da hora do almoço/lanche, que faria na própria mesa de despachos, Cida ainda dedicava tempo a receber visitas de última hora.
RELIGIOSIDADE
E, gentil como sempre, foi me mostrando a exposição de peças de religiosidade católica – estátuas de cerâmica de santos e da Virgem -, dispostas em estante apropriada no gabinete. E também algumas talhas.
Lá estava, de passagem, Adri Borghetti, irmão dela, artista plástico, autor de uma dessas peças primorosas.
Cida prometeu-me que o artista fará uma peça de São Francisco de Assis, meu preferido no “santorum” católico.
SERÁ AVÓ
Mais do que alegria por receber amigos, a governadora não escondia o grande presente que ela e Ricardo Barros terão: serão avós.
Maria Victoria, grávida de 3 meses, espera uma menina.
“Melhor presente do que esse, impossível”, disse-me.
