
Por anos foi passada ao agricultor brasileiro a informação de que era coisa útil e altamente importante para melhorar a qualidade do solo, o uso de biofertilizantes, como o resultante de suínos mortos. Hoje a ciência agrícola diz exatamente o contrário.
E alerta que o solo do país está sob risco, em boa parte contaminado.
No Paraná, são milhares e milhares de hectares de cooperativas agrícolas que reclamam imediatos estudos com vistas a mapear a qualidade do solo, examinando seu eventual comprometimento pelo uso de tais biofertilizantes. E assim buscando alternativas ao problema.
O assunto deverá ser dominante do Terceiro Colóquio sobre o Solo do Oeste do Paraná, a desenvolver-se na próxima quinta-feira, em Toledo, no campus da PUCPR.
O apoio do trabalho de mapeamento, que resultará de carta de compromisso de organismos agrícolas do estado e a EMBRAPA, é da Itaipu Binacional.
Fica o alerta: nem tudo que é “natural” – como biofertilizantes – é sinônimo de ser a melhor solução. Em Santa Catarina, por exemplo, biofertilizantes estão proibidos.
