
O deputado federal e líder do governo, Ricardo Barros, goste-se ou não dele, tem o direito de ser ouvido na CPI Pandemia. Não contam as suas destrezas políticas tão exploradas por seus opositores. Barros teve de até pedir que o STF determinasse a CPI a ouvi-lo, o que ganha novas dimensões com o noticiário agora do Ministério da Saúde dizendo que irregularidades em aquisições do MS começaram na gestão Barros. A correspondência do MS à CPI está repercutindo. Até julgamento final da questão, Barros tem de ser visto como inocente, claro. Mas trata-se de situação nova, com o aval do Ministério da Saúde do Governo Bolsonaro, e do ministro Queiroga.

