sexta-feira, 8 maio, 2026
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BARROS, CONTROVERTIDO, POLÊMICO, “FICHA LIMPA” NA LAVA JATO

96-Mais-MédicosO ministro da Saúde, Ricardo Barros, continua na berlinda, tanto por suas declarações por vezes provocadoras de enormes repercussões, como pela liderança que enfeixa no Paraná e no PP, seu partido. E também por ações que comanda, algumas surpreendendo amigos e inimigos, como a renovação do contrato com Cuba para o fornecimento de médicos para o Mais Médicos.

Quem poderia esperar pela renovação do Mais Médicos, partida de um deputado da direita?

REVISTA PIAUÍ

Assim, entende-se o porquê de o site da revista Piauí, leitura obrigatória de gente inteligente, estar fazendo um amplo levantamento sobre a vida e obra de Barros. Levanta seus passos no Paraná, e especialmente em Maringá, onde – diga-se a bem da verdade – foi um prefeito marcado por projetos renovadores, alguns de reconhecimento mundial, como os voltados para a infância. Ganhou prêmios da UNICEF por ações em Maringá em defesa da criança.

SEM ENCRENCAS

Um parlamentar, companheiro do partido de Barros, diz à coluna, com o pedido de anonimato: “O que atiça a gana dos opositores de Ricardo Barros é que, embora muitos do PP apareçam na Lava Jato, não há um só indício de estar o hoje ministro envolvido com malfeitos. Isso deixa a oposição doente…”

Os parlamentares do PP envolvidos na Lava Jato seriam 12.

Silvio Barros, José Janene
Silvio Barros, José Janene

LONGE DE JANENE

Um aguerrido repórter curitibano que trabalha esse levantamento da Piauí, garante: “O que se diz é que Cida Borghetti, entre outras orações, agradece todos os dias por Barros nunca ter tido relacionamento com o falecido deputado José Janene”.

Eram desafetos declarados, na verdade.

Com o paranaense José Janene, lembro, tiveram início os ‘melhores momentos’ investigados pela Lava Jato, expondo, de novo, gente como Alberto Youssef e uma torrente de réus de todos os partidos, idade e regiões.

O mesmo parlamentar já citado, que mantenho no anonimato diz:

“Quem esperar maracutaias na vida do político Barros, tire o cavalo da chuva”.

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