Assessoria – O Grupo Ric fechou julho de 2026 com o melhor conjunto de indicadores digitais da história. O portal Banda B consolidou-se como líder entre os veículos de conteúdo regional do Paraná e passou a figurar entre os portais brasileiros mais bem posicionados no Google. Os dados vêm do painel de audiência da Similarweb, que mapeou 85 domínios de conteúdo, considerando 70 veículos de alcance nacional. No recorte local, o Banda B e mais 15 sites estão entre os de maior destaque no estado.
No levantamento da Newsdash, que mapeou os 100 veículos nacionais melhor posicionados no Google, aponta o Banda B na 55ª posição. Até janeiro deste ano, antes da reestruturação editorial e de performance conduzida pelo grupo, o portal não estava nem entre os 100 melhores colocados.
O dado tem um segundo desdobramento: nenhum outro veículo de conteúdo paranaense aparece nesse levantamento. A Banda B é, portanto, a única operação de conteúdo regional do estado presente entre os 100 portais mais bem posicionados do país em busca orgânica.
“O salto de fora do top 100 para a 55ª posição em seis meses não é resultado de um único movimento, e sim de uma reestruturação que atingiu pauta, distribuição, arquitetura de conteúdo e disciplina de dados ao mesmo tempo”, diz Carlos Muller, diretor do Núcleo Digital do Grupo Ric. “É o tipo de resultado que só aparece quando redação e performance passam a trabalhar com o mesmo diagnóstico.”
Liderança isolada: quase duas vezes o volume do segundo colocado
No painel Similarweb de julho, a Banda B registrou 11,54 milhões de page views e 5,12 milhões de usuários únicos. Os números colocam o portal na liderança isolada entre os 16 veículos de conteúdo regional do estado que são monitorados. O segundo colocado do bloco paranaense marcou 6,53 milhões de page views. A Banda B tem, portanto, um volume de acessos quase duas vezes maior.
Nenhum outro veículo do recorte local alcança 60% do volume da Banda B, e a distância em usuários únicos é ainda maior: o segundo colocado do estado nesse indicador registrou pouco mais de 2,6 milhões de usuários, o que significa que a Banda B alcança cerca de duas vezes mais pessoas que o veículo regional mais próximo.
Na lista completa de 85 domínios ordenada por page views, a Banda B ocupa a 43ª posição — à frente de 42 veículos, incluindo emissoras de televisão aberta, redes de rádio nacionais, revistas de circulação nacional e propriedades da comunicação pública federal, todas operando com estrutura de redação e incomparavelmente superiores aos de uma operação regional.
Um exemplo dá a dimensão: as duas propriedades da comunicação pública federal presentes no painel somam, juntas, 9,43 milhões de pageviews em julho. A Banda B, sozinha, registra 22% mais.
Qualidade de audiência no quartil superior do painel nacional
O dado que o Grupo Ric considera mais significativo em julho não é o de volume, e sim o de comportamento do leitor. Nos três indicadores de engajamento medidos pelo painel, a Banda B está no quartil superior entre os domínios de alcance nacional:
A taxa de rejeição da Banda B é 11,5 pontos percentuais melhor que a mediana do painel. As páginas por visita ficam 30% acima da mediana, e a duração média da visita, 38% acima.
A leitura é direta: o leitor da Banda B não entra, lê uma peça e sai. Ele circula pelo portal e permanece, um comportamento que, no painel, é mais comum em grandes veículos nacionais com décadas de construção de marca do que em operações regionais.
Contexto: um veículo regional operando em escala nacional
A leitura conjunta dos dois levantamentos aponta para uma posição incomum no mercado brasileiro de mídia. A Banda B é um veículo de conteúdo regional, com cobertura centrada em Curitiba, na região metropolitana da capital e no interior do Paraná, mas com alcance de audiência nacional. A condição explica por que aparece simultaneamente como líder isolada do recorte estadual e entre os 100 portais brasileiros mais bem posicionados no Google.
É essa dupla condição que sustenta a proposta comercial do grupo: profundidade e autoridade em cobertura regional, com volume e qualidade de audiência comparáveis aos de veículos de alcance nacional.
Para Erick Mota, gerente de performance digital e distribuição do Grupo Ric, o crescimento foi possível graças ao empenho da equipe e de uma série de treinamentos e melhorias implementadas pelo setor. “O que mudou não foi o volume de produção, foi a forma de decidir. Passamos a operar com monitoramento diário das ferramentas de busca e da concorrência, e com treinamento continuado da redação em SEO e em GEO — a otimização para as respostas geradas por inteligência artificial. Na prática, a pauta chega ao repórter já com diagnóstico de demanda, e não depois. Não existe atalho de tecnologia que substitua isso: a ferramenta serve para encurtar o tempo entre o dado e a decisão editorial, nunca para tomar a decisão. É essa disciplina que explica a expansão do núcleo digital.”
Para a gerente de conteúdo digital do Grupo Ric, Francielly Azevedo, o movimento tem uma leitura editorial somada a uma leitura de audiência. “Essa expansão é uma demonstração de que jornalismo local bem apurado tem demanda, e demanda grande. Nossa cobertura continua sendo a de sempre: Curitiba, a região metropolitana e o interior do Paraná, com prestação de serviço ao leitor no centro da pauta. O que a leitura de dados nos mostrou foi onde essa cobertura estava deixando de encontrar quem precisava dela. A redação passou a trabalhar com essa informação em mãos, sem abrir mão de critério editorial em nenhum momento, e o leitor respondeu ficando mais tempo com a gente, não apenas clicando mais.”
