Cláudio Stringari é desses tipos que entram na vida de pessoas de bem, e com a cabeça no lugar, por puro equívoco. Ou manobras de suas chamadas “relações públicas”. Ou, tão grave ainda, por mero destino, coisas do fatalista “maktub” dos árabes e sua sabedoria.
Pois Stringari é um epifenômeno, daqueles ainda encontráveis na vida curitibana, onde gente como ele sabe que não é difícil conquistar aqui plateias e até clientes.
Para um povo bom e bem montado espiritualmente, como o nosso, é triste constatar que saliva e capacidade de mesmerizar pessoas ainda contem muito. E elas são das mais visíveis qualidades do moço Stringari.
Mas não as confundir com as recomendadas por Dale Carnegie, longe que está Stringari da inocência e prudência do velho pregador americano com suas lições de relações humanas e da capacidade de influenciar pessoas.
Nisso, na forte lábia, sua marca como ex-cronista esportivo de TV, de curta duração é verdade, Stringari sempre se sai muito bem. No entanto, acredito que não poderá enganar todos por tanto tempo. E isso porque carrega o carma de uma personalidade pesada, dona de ego transbordante (vejam-no em redes sociais). Com tais qualidades negativas, incomoda especialmente aos que são destinados partilhar com ele de espaços comuns.
Que o digam os que – homens e mulheres passaram por sua empresa. Os testemunhos não são nada animadores para o “empresário” especializado em vender ‘releases’.
Stringari pode dizer que estou mal informado. A verdade é que aceito o outro lado, como sempre acatei no jornalismo profissional em que me criei.
POR QUE MINHA IRA SANTA?
Basicamente, porque esse dito jornalista de RP resolveu chamar-me de aético em comentário na minha página do Facebook desse dia 5.
Claro que me poupou de ver escrito meu nome e sobrenome.
Mas não há como “não entender o despautério. “Visto a carapuça”, não sou idiota nem estou de turista na vida.
Não sou profissional de RP, do estilo Stringari, que jamais teve carteira assinada num jornal.
E por que tudo começou? Simplesmente porque a coluna/blog que assino manifestou-se até positivamente sobre um noticiário que os funcionários de Stringari produziram sobre o Festval no Shopping Barigui.
Fiz críticas, ao mesmo tempo. Tal como faço há 59 anos, em jornalismo profissional. Nunca trabalhei numa agência de RP, dessas Central Press ou assemelhadas.
Tão somente pequei – na opinião do dono da Central Press – por registrar que a notícia era ambígua, ao dizer se tratava do primeiro supermercado em shopping. Citei outros casos anteriores de supermercados, no Muller e Água Verde. Aceitaria, sem problemas, pedido de retificação.
Em 59 anos de jornalismo profissional e magistério de Jornalismo, só outra vez alguém – “similia cum similibus” – do mesmo porte e matiz de Stringari, qualificou-me com o mesmo adjetivo. No caso, tratou-se de outro lamentável jornalista, alguém que tanto denegriu o Governo do Estado. Mas com uma diferença, esse anda de tornozeleira eletrônica, às voltas com a Justiça, depois de ter sido preso.
Até o rapaz da tornozeleira, ex-repórter muito pobre antes de entrar no governo, me pediu retificação do noticiado.
O cognome – aético – não pega. Eu tenho história na imprensa do Paraná, sou um cidadão útil, ficha muito limpa. Como podem testemunhar, por exemplo, o senador Oriovisto Guimarães, todo poderoso do Grupo Positivo, Miguel Krigsner de o Boticário, clientes da empresa de Stringari, que me conhecem bem.
Desde antes de Stringari ser concebido.
A propósito: Oriovisto formou o trio de senadores paranaenses que em meados deste agosto inseriu em Ata do Senado (com Álvaro e Arns) voto de louvor ao meu trabalho jornalístico, marca do com o livro “Vozes do Paraná 11”. Fico grato. Afinal eles representam o Paraná, não fazem RP.
Ouça e veja o voto dos senadores no Youtube.
Os três senadores: Álvaro, Arns e Oriovisto
Os senadores não são como um dos mais notáveis clientes de Stringari, o ICI (Instituto Curitiba Informática, que agora continua com a mesma sigla, mas com outro nome), notoriamente artífice de malabarismos públicos que nos fazem, em Curitiba, espécie de escravos da sigla ICI.
Lembro que nenhum contato é feito – nem se conseguem serviços do Município de Curitiba – sem deixarmos nosso dinheirinho para o ICI.
Fruet lutou muito contra o ICI, já o atual alcaide…
O ICI é o modelo de ética de Cláudio Stringari, tudo indica. O Google está aí mesmo para confirmar minhas afirmações.
E o Youtube mostra os senadores do Paraná reconhecendo meu trabalho, coisas de homem sério que precisa labutar todos os dias pelo o pão diário.
Não o pão que o Diabo amassou, como o produzido por entidades e gente do porte e medida do ICI e companhias.