domingo, 2 agosto, 2026
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ANVISA AUTORIZA LIBERAÇÃO DO SEGUNDO PEDIDO DA CORONAVAC  

Foto: Governo de São Paulo/Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta sexta-feira (22) o segundo pedido de uso emergencial da Coronavac, vacina produzida pelo Butatan, em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

A aprovação foi feita em reunião da agência com seus cinco diretores, e a decisão dependia de maioria simples – ou seja, três votos. Mas a votação favorável à liberação foi unânime.

No último domingo (17), o primeiro pedido, com as primeiras 6 milhões de doses do imunizante, recebeu a autorização emergencial da agência. Já este segundo pedido foi submetido à agência na última segunda-feira (18), e contempla mais cerca de 4,8 milhões de doses, além da autorização do envase das vacinas no próprio Butantan. A primeira leva aprovada pela Anvisa era referente às doses importadas prontas da China.

“Ou seja, as duas principais diferenças são o local de envase da vacina e o tipo de embalagem que será utilizada”, explicou a Anvisa em nota.

A partir dessa liberação, o Butantan não precisará pedir uma terceira autorização para dar continuidade à produção das vacinas em solo brasileiro. Deverá somente comunicar a agência do andamento da produção.

SÃO 12,8 MILHÕES DE DOSES

Agora, o Brasil passa a ter à disposição cerca de 10,8 milhões de doses da Coronavac, e mais 2 milhões de doses da vacina desenvolvida pela AstraZeneca e a Universidade de Oxford, que devem chegar ao país também nesta sexta-feira, totalizando 12,8 milhões de doses.

Nesta segunda, com as primeiras 6 milhões de doses liberadas, a vacinação teve início em seis hospitais do estado de São Paulo, com cerca de 1,4 milhão de doses. O restante (4,6 milhões) começou a ser distribuído pelo governo federal aos outros estados do país, também no dia 18.

Em reportagem anterior, o InfoMoney mostrou que os grupos prioritários, que devem receber as vacinas nesta primeira fase, somam 14 milhões de brasileiros. Com as vacinas são aplicadas em duas doses, seriam necessárias 28 milhões de doses no total. Ou seja, as 12,8 milhões de doses já aprovadas para uso emergencial não cobrem nem metade desse grupo.

(Fonte: Infomoney).

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