
O principal nome do Podemos no Estado vem espalhando entre políticos paranaenses que pode disputar o governo do Paraná, na eleição de 2022, para tentar obrigar o governador Carlos Massa Ratinho Junior (PSD) a apoiá-lo, mas Alvaro Dias esquece a votação dele em 2018 e que revela o desgaste dele com o eleitorado, hoje, propenso a renovar o representante em Brasília, criticado pelo distanciamento e pela falta de posicionamento na atual legislatura.
Alvaro Dias é apontado nos meios políticos como candidato de si mesmo e não do paranaense, perdeu apoio dos principais prefeitos do Estado, da maioria dos deputados estaduais e federais e se disputar a chave do Palácio Iguaçu, pode descobrir que o legado político dele é a aposentadoria, como aconteceu com Roberto Requião (sem partido), substituído por Flávio Arns (Pode) e o Oriovisto Guimarães (Pode).
Em 2018, Dias atingiu apenas 0,80% dos votos em todo Brasil, atrás até mesmo de Cabo Daciolo (Patriota), e adotou a estratégia de abandonar o irmão, Osmar Dias (então no PDT), antes do início da campanha eleitoral, para tentar apoio de todos os postulantes ao Palácio Iguaçu e caiu do cavalo, com uma votação pífia.
