Houve grande correria telefônica e de WhatsApp, na quinta, 28: muita gente tentava identificar o “Empachado” retratado por este espaço.
Trata-se, meramente, de personagem com ares de gravidade cultural, vassalo adestrado de causas que antes abominava.
Pra ele, ninguém presta, a começar por companheiros de espaços palacianos e daí em diante. Colegas de profissão, então?
Por isso é um “Empachado”.
Houve até certo ex-jornalista, hoje cento por cento burocrata instalado em gabinetes bem remunerados, que, perturbado, vestiu a carapuça do “Empachado, vocalizando:
“O professor passou dos limites…”
ALÉM DO “AMÉN”
Acertou: sempre passarei dos limites quando for mexer em vespeiros, como os instalados em confortáveis espaços de falsos “maitres à penser”.
O “Empachado” arranha francês, motivo da citação na língua de Molière.
Por último, pergunto: a esta altura de meus 77 anos por que deixaria de me empenhar em minhas batalhas, nas causas em que acredito?
Eu tenho causas e por elas luto. Às claras. Posso até ser raridade, quem sabe.
Não pertenço à categoria dos que sofrem da pleonexia, a avidez na busca de tudo que signifique poder e poderosos.
