terça-feira, 5 maio, 2026
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Academia de Letras pede potencial construtivo

Ernani Buchmann, Flávio Arns
Ernani Buchmann, Flávio Arns

Nova frente de luta pode se abrir ao prefeito Rafael Valdomiro Greca de Macedo, por ora até o pescoço atolado na repercussão negativa do aumento da tarifa do ônibus.

As atenções dos analistas do cotidiano de sua excelência começam a se indagar como o prefeito se comportará diante de velha reivindicação da Academia Paranaense De Letras de conseguir decreto concedendo-lhe direito à lei do potencial construtivo.

A APL quer o benefício do potencial construtivo para utilizá-lo sobre o belvedere do Alto São Francisco, hoje sede da instituição (regime de comodato concedido pelo Governo do Estado).

O assunto já foi examinado pelo secretário de governo municipal e também pela Secretaria Estadual de Cultura. O assunto, momentoso para área dos imortais APL – a cujos domínios Greca de Macedo pertence – tem urgência, mesmo porque as reivindicações dos imortais preveem projeto de restauro do casarão e revitalização da Praça.

Hoje o belvedere está vandalizado por pichações, a antítese de manifestações culturais em que se enxergam grafites artísticos.

Com o chamado Potencial Construtivo, a APL conseguirá recursos para reformas e a construção de sede própria, pois o belvedere presta-se basicamente a pequenos atos públicos dadas as notórias limitações de sua área construída.

Chloris Casagrande Justen, a presidente anterior da Academia, e o secretário estadual de Assuntos Estratégicos, Flávio Arns, comandam com Ernani Buchmann o trabalho de conquistar o apoio do poder público para a empreitada.

Belvedere São Francisco (pichado), Curitiba (Foto Mário Teixeira)
Belvedere São Francisco (pichado), Curitiba (Foto Mário Teixeira)
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