
Avalistas de índices de leitura da ‘Revista da Ordem’ (da OAB-PR), garantem que atingiu a números nunca imaginados a crônica assinada por Ernani Buchmann na edição de agosto. Levou o título de “Contrabando de Sofá”.
O texto conta a odisseia que foi, no começo de 1960, a intervenção de um hoje acatadíssimo advogado curitibano – jurista com projeção nacional – para garantir o direito de um jornalista da terra, então em início de carreira, morar numa quitinete-escritório. Direito que era vetado pelo síndico.
Em matéria de “savoir dire”, – como se diria em tempos anteriores à americanização das comunicações – Ernani continua na primeira linha. Há outros tão bons quanto ele, na praça, é certo. Mas que o tempero de Ernani é indivisível, ninguém duvida.
