O advogado curitibano Osmann de Oliveira, 77, está encarando um novo desafio: quer concorrer a imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL).
O problema não é concorrer. O difícil é ser aceito naquele “sodalício”, no qual, além de obra literária de dimensão nacional, os “velhinhos” consideram a representação que cada candidato tem em seu universo de atuação.
